|
MEDITE NISSO

sábado, 14 de maio de 2011
CENTENÁRIO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL: MAIS UM TRISTE CAPÍTULO
quinta-feira, 12 de maio de 2011
ESCOLA DOMINICAL CONVENCIONAL x A NOVA ESCOLA DOMINICAL
Instituições e pessoas que não se adequam às novas realidades, acabam ficando obsoletas e ultrapassadas. Isto não é diferente em se tratando de Escola Dominical. Contextualizar-se sem secularizar-se é fator vital para uma organização de ensino que espera continuar relevante em pleno século XXI. Dois tipos de Escolas Dominicais co-existem atualmente: A Escola Dominical convencional e a Nova Escola Dominical.
Observemos as principais diferenças entre esses dois tipos de escolas:
- ED CONVENCIONAL: O Dirigente/Superintendente decide só. Prevalece o autoritarismo.
- A NOVA ED: As decisões são feitas em conjunto com membros da liderança, corpo docente e discente.
- ED CONVENCIONAL: Só funciona aos Domingos pela manhã.
- A NOVA ED: Ajusta-se às peculiaridades de cada região e localidade.
- ED CONVENCIONAL: Não se admite outro espaço para funcionamento, a não ser o templo.
- A NOVA ED: Admite outras possibilidades de espaços físicos (escolas, associações, etc.) mais adequados.
- ED CONVENCIONAL: Se conforma com dirigentes e professores ultrapassados, descontextualizados e fossilizados.
- A NOVA ED: Investe e incentiva a formação inicial e continuada da liderança e dos professores.
- ED CONVENCIONAL: Os professores são os donos da verdade e detentores do conhecimento.
- A NOVA ED: Professores e alunos participam na busca pela verdade e na construção do conhecimento.
- ED CONVENCIONAL: Os alunos aprendem em silêncio.
- A NOVA ED: Os alunos participam ativamente das aulas.
- ED CONVENCIONAL: A tradição e os costumes estão acima da Bíblia.
- A NOVA ED: A Bíblia é a palavra final acerca de tradição e costumes.
- ED CONVENCIONAL: É mera reprodutora de doutrinas, conhecimentos, saberes e informações.
- A NOVA ED: Adota e promove uma atitute crítico-reflexiva sobre doutrinas, conhecimentos, saberes e informações.
- ED CONVENCIONAL: O relacionamento entre professor e aluno é formal.
- A NOVA ED: A amizade e a afetivadade na relação entre professor e aluno é valorizada.
- ED CONVENCIONAL: Preocupa-se apenas com a vida dos alunos em sala de aula.
- A NOVA ED: Procura conhecer e preocupa-se com a realidade familiar, social, etc. de seus alunos.
- ED CONVENCIONAL: Trata as crianças como pequenos adultos.
- A NOVA ED: As características de cada faixa etária infantil são conhecidas e respeitadas pelos professores.
- ED CONVENCIONAL: Exige dos alunos sem considerar as suas diferenças pessoais.
- A NOVA ED: Respeita plenamente as diferenças de assimilação de conteúdos entre os alunos.
- ED CONVENCIONAL: As aulas e demais atividades pedagógicas são improvisadas.
- A NOVA ED: Todas atividades são devidamente planejadas.
- ED CONVENCIONAL: Utiliza de forma demasiada e cansativa o método de ensino expositivo.
- A NOVA ED: Os professores diversificam os métodos de ensino e dinamizam as aulas.
- ED CONVENCIONAL: Negligencia a utilização dos recursos didáticos.
- A NOVA ED: Valoriza e incentiva a utilização dos recursos didáticos.
- ED CONVENCIONAL: Enfatiza a quantidade de saberes adquiridos pelos alunos.
- A NOVA ED: O progresso integral do alunos é enfatizado (saber, ser, fazer, relacionar-se)
- ED CONVENCIONAL: Ignora as Novas Tecnologias de Informação (NTI)
- A NOVA ED: Promove um maior contato de dirigentes, professores e alunos com as NTI (estimulam o acesso e a criação de sites, blogs, orkut, MSN , etc) sempre buscando enriquecer o processo ensino-aprendizagem.
- ED CONVENCIONAL: Coloca toda responsabilidade do processo ensino-aprendizagem no Espírito Santo.
- A NOVA ED: Entende que o Espírito Santo é um ajudador no processo ensino-aprendizagem.
- ED CONVENCIONAL: Está com os dias contados.
- A NOVA ED: Encontra-se em pleno crescimento.
Qual o perfil da Escola Dominical que você dirige, ensina ou estuda? É do tipo "convencional", ou está adequada às demandas e desafios dos novos tempos?
Pr. Altair Germano
A ESCOLA DOMINICAL - E A RESPONSABILIDADE DO SUPERINTENDENTE
Antes de tudo, o superintendente deve ser alguém verdadeiramente compromissado com Deus e a igreja. Deve ser exemplo dos fiéis, não neófito, mas pessoa qualificada para comandar o corpo de Cristo. Deve ser assíduo e pontual no cumprimento de seus deveres, irrepreensível na moral, são na fé, prudente no agir, discreto no falar e exemplo de santidade de vida. Qualidades que devem acompanhar, no mínimo, todo crente, e principalmente aquele que recebeu a graça da liderança; a saber: pastor, presbítero, diácono, professor, etc.
Além disso, o superintendente deve ser uma pessoa preparada academicamente. Destaco a palavra "academicamente" de propósito. O que isso quer dizer? Quer dizer que o superintendente não precisa necessariamente ser um expert em educação cristã, mas precisa ter noção do que ela significa e representa. Afinal de contas, é com professores que o superintendente está lidando e é a qualidade do bom ensino que ele estará supervisionando. Pensando nisso, um experiente diretor de escola dominical escreveu aos superintendentes: "Os seus professores ensinam com qualidade? Ou estão se repetindo diante da classe? Preparam devidamente a lição, ou já se acostumaram aos improvisos?". E continua: "Que os seu professores não se contentem com o preparo já conseguido. Incentive-os a ler, a estudar, a pesquisar, a descobrir novas metodologias, a se tornarem especialistas não apenas no currículo e na aula a ser ministrada, como também na pedagogia e na didática".
Como eu disse, o superintendente não precisa ser um especialista, mas é necessário que tenha algum conhecimento pedagógico. Se tiver experiência como professor, melhor ainda.
Some-se a isto a visão do superintendente. Se o superintendente pensar administrativa e pedagogicamente, o que é ideal, ele não apenas saberá conduzir a igreja bem, no sentido de unidade de propósitos, mas também zelará pelo aperfeiçoamento de seus professores. Promoverá encontros, congressos e uma série de eventos que ajudarão na formação e reciclagem dos professores.
O superintendente é o carro-chefe da escola dominical que, em comum acordo com o pastor, melhorará toda a escola dominical quando melhorar seus professores. Quando se investe na liderança da escola dominical todo mundo sai ganhando.
Finalmente, mas não menos importante, o superintendente precisa ser dinâmico a fim de dinamizar sua escola dominical. Para isso precisa se atualizar e se inteirar do trabalho de outros superintendentes. Deve ser uma pessoa inovadora, com idéias saudáveis que revigoram a escola dominical. Eu acredito na escola dominical porque, como dissemos no início deste artigo, é uma bênção de Deus e por isso deu certo. Entretanto, a escola dominical precisa passar por um processo constante de revitalização. Meu irmão superintendente: torne a sua escola dominical dinâmica, criativa, bíblica e funcional. Algo que dá gosto de se vê e participar. Promova, juntamente com seu pastor e professores, o vigor e a saúde da escola dominical através da motivação de seus alunos. Evite a rotina, a monotonia e aquela mesmice insuportável. As aulas da escola dominical devem ser prazerosas. Da criança ao adulto que levantam cedo para ir à igreja, a escola dominical deve ser algo que valha a pena por causa do conteúdo e didática do ensino e (por que não?) por causa do agradável local de estudo. Olhe com carinho para tudo isso e Deus, com certeza, o recompensará.
Fonte: amor em ensinar
Assinar:
Postagens (Atom)
"PEQUENAS FRASES GRANDES EFEITOS"
"Pois no mesmo fogo, o ouro dá brilho e a palha vira fumaça; debaixo da mesma debulhadora o talo é esmagado e o grão debulhado; a borra não é confundida com o óleo porque ambos saem do mesmo lagar. Assim, também, a onda de dificuldades testará, purificará e melhorará os bons, mas socará, esmagará e arrastará para longe os maus. Assim é que, sob o peso da mesma aflição, os ímpios negam e blasfemam de Deus, ao passo que os justos oram a ELE e o louvam. A diferença não está no que as pessoas sofrem, mas no modo que elas sofrem. A mesma sacudida que faz feder a água fedorenta faz o perfume exalar o mais agradável cheiro. (Uma das declarações mais eloquentes de Agostinho)