MEDITE NISSO
♥UM blog para ajudar a todos que querem viver o verdadeiro Evangelho em qualquer esfera da sua vida♥quarta-feira, 17 de agosto de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
TEM QUE HAVER ESTUDO!!!
O nosso chamado só terá sentido quando atentarmos para o conselho que Josué ganha do Senhor (Josué 1.7-9) e fazer desse, um conselho para as nossas vidas!
É impossível meditar nas palavras da Bíblia, estudar seus ensinamentos e não ser lançado de encontro com um desejo incontrolável de dizer sim ao chamado de Deus para as nossas vidas!
Postado por Marcos Tedesco
O professor de Escola Bíblica eficaz
O bom professor é aquele que almeja a excelência do ensino e se empenha em alcançá-la. Tem que ser como o apóstolo Paulo exortou: "...o que ensina, esmere-se em fazê-lo" (Rm 12.7). Paulo recomenda àquele que ensina a dedicação total desse ministério. Dedicação que resultará num progresso constante do professor, quer seja em relação à habilidade no ensino e crescimento espiritual de seus alunos; quer seja em relação a sua própria vida cristã.
O professor da escola dominical deve ser o primeiro a viver o que ensina. A classe nunca deve ser subestimada (muito menos a dos pequeninos). Ela saberá se o professor está sendo sincero no que diz. Como também saberá se o professor se preparou adequadamente para a aula. Fazer pesquisas de última hora e preparar a aula às pressas nunca dá certo. Quando o professor não se esforça para fazer o melhor, ele não apenas desrespeita seus alunos como peca contra Deus.
Ser sincero, além de evitar o pecado, cria um atmosfera de segurança entre professor a aluno. Num questionamento, não é “feio” que o professor responda: NÃO SEI. Afinal, mesmo sendo professor da escola dominical, ele ainda continua sendo um ser humano com as mesmas limitações de antes e, digo com toda a certeza, ele não se tornou um super-herói invencível ou um grande sábio por estar ocupando um cargo de mestre. Vale ressaltar que o professor, ao se sentir sem saída em uma questão deve ter a sinceridade e a nobreza de dizer: Não sei, mas prometo que vou me informar do assunto para lhe responder.
Além de viver o que ensina, o bom professor conhece seus alunos. Ele nunca deve acreditar que basta, por exemplo, pegar a revista e ensinar o que está ali, por melhor que seja o seu trabalho de pesquisa. O professor da escola dominical deve conhecer a sua classe, cada um de seus alunos. É importante que o professor conheça seus alunos, até mesmo para uma transmissão mais natural e eficaz de sua aula.
“Levantar-se em um domingo pela manhã e ficar ouvindo alguém contar “ a história de Davi” por cerca de 1 hora, sem ver no professor nada de novo, um professor sem expressão, que está ali só pra “cumprir tabela”, dando aula sentado, estando com a cara feia e eu (o aluno) já sei essa história. Pra que continuar indo na escola dominical se posso ficar em casa descansando?”
Esse é o tipo de coisa que tem acontecido nas escolas dominicais de cada igreja ou ministério e precisa ser combatido. A criatividade, o dinamismo e a motivação devem fazer parte de cada aula ministrada pelo professor. Não importa para qual faixa etária o professor está ministrando, importa que ele seja o melhor, crie seus diferenciais e dessa forma motive seus alunos a participarem.
Professor, tenha consciência que, dentro da sua sala, você exerce a mesma posição do pastor, ou seja, a responsabilidade por aquelas almas, em conduzi-las ao céu, é sua. Cabe a você ensinar o caminho a que devem seguir.
Fonte: Thais Freire dos Santos
A eficácia da Escola Bíblica Dominical
Em vista disso o ensinamento da Palavra em nossas igrejas é condição imprescindível para a saúde espiritual de nosso povo.
A Bíblia nos ensina a batalhar pela fé (Jd 3), e, além de evangelizar (Mc 16.15), é necessário também discipular, ensinar. Em Mateus 28.19 o verbo usado no original grego aparece no modo imperativo (não é uma opção), que na Versão Corrigida de Almeida é traduzida por “ensinai” e na Versão Atualizada por “fazei discípulos” aparece quatro vezes no Novo Testamento, o termo “discípulo” aparece no original grego 260 vezes mostrando a importância de se aprender e valorizar o ensino.
Muitas vezes os seminários e institutos teológicos estão um tanto longe da realidade prática da igreja local, evolvidos em discussões teológicas e estudos que por vezes não são úteis para a vida da igreja.
A Escola Bíblica Dominical representa um papel importante para o crescimento doutrinário de cada membro. Nas classes da Escola Bíblica, podemos observar um verdadeiro e progressivo discipulado, pois muitos, desde a mais tenra idade estão aprendendo, muitas vezes convivendo com seus professores, observando seus ensinamentos aplicados na própria vida diária (algo que também demanda uma reflexão).
Os novos convertidos têm a oportunidade de serem doutrinados, todos os membros e congregados podem efetivamente crescer na graça e no conhecimento (2 Pe 2.18; Os 6.3).
A Escola Dominical, além da metodologia e da pedagogia, deve também ser profundamente espiritual, propondo a cada domingo uma mudança de vida, um maior conhecimento da vontade de Deus, onde a aplicação do professor, o texto de nossa revista, deve levar o aluno à uma reflexão pessoal.
Por certo aqueles ministros que valorizam o ensino nas escolas dominicais, ainda que com dificuldades, observarão o resultado estampado na convicção e procedimento do povo que lideram (Sl 126.5,6).
As alunos que valorizam as escolas dominicais em suas igrejas, participando, se envolvendo, estudando, certamente observarão a prosperidade espiritual de seu ministério, solidez doutrinária em suas vidas, o que é tão importante em meio à grande quantidade de vozes que gritam contra o verdadeiro cristianismo.
Josué ouviu do Senhor:
Por certo aqueles ministros que valorizam o ensino nas escolas dominicais, ainda que com dificuldades, observarão o resultado estampado na convicção e procedimento do povo que lideram (Sl 126.5,6).
As alunos que valorizam as escolas dominicais em suas igrejas, participando, se envolvendo, estudando, certamente observarão a prosperidade espiritual de seu ministério, solidez doutrinária em suas vidas, o que é tão importante em meio à grande quantidade de vozes que gritam contra o verdadeiro cristianismo.
Josué ouviu do Senhor:
“Não te aparte da tua boca o livro desta Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo quanto nele está escrito; porque, então, farás prosperar o teu caminho e, então, prudentemente te conduzirás.” Josué 1.8
Josué ficou firmado nessa promessa de Deus, tanto que no capítulo 24 versículo 15 do mesmo livro, depois de muito tempo, declara que ele e sua casa continuavam servindo ao Senhor.
Parafraseando um pensamento que li certa vez, creio que valorizar a escola dominical e praticar seus ensinos (Tg 1.22), é semelhante a uma garrafa arrolhada jogada dentro d’água, a garrafa está na água, mas a água não está dentro da garrafa, portanto, não importa a tempestade, ela não afunda... da mesma forma o cristão que aprende e pratica a Palavra, valorizando a escola dominical, terá conhecimento suficiente para viver sóbria e dignamente.
Portanto, a escola dominical é um instrumento eficaz para o discipulado do povo de Deus e deve ser valorizada.
“O meu povo será destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei,....” Oséias 4.6
Fonte: Pr. Roberto Carlos Cruvinel
Josué ficou firmado nessa promessa de Deus, tanto que no capítulo 24 versículo 15 do mesmo livro, depois de muito tempo, declara que ele e sua casa continuavam servindo ao Senhor.
Parafraseando um pensamento que li certa vez, creio que valorizar a escola dominical e praticar seus ensinos (Tg 1.22), é semelhante a uma garrafa arrolhada jogada dentro d’água, a garrafa está na água, mas a água não está dentro da garrafa, portanto, não importa a tempestade, ela não afunda... da mesma forma o cristão que aprende e pratica a Palavra, valorizando a escola dominical, terá conhecimento suficiente para viver sóbria e dignamente.
Portanto, a escola dominical é um instrumento eficaz para o discipulado do povo de Deus e deve ser valorizada.
“O meu povo será destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei,....” Oséias 4.6
Fonte: Pr. Roberto Carlos Cruvinel
segunda-feira, 25 de julho de 2011
A favor de um novo paradigma para os centros de formação teológica

Pergunto-me por que ensinamos teologia há quase cem anos, investimos em material didático avançado, em tecnologia de ensino, em formação de professores, e mesmo assim, nada, absolutamente nada, se altera, muda ou se transforma em nossas igrejas e ministérios. Os mesmos problemas éticos, os mesmos escândalos, as mesmas disputadas por "campos", ruas e praças.
Os bacharéis em teologia que saem de nossas faculdades não conseguem refletir e nem produzir teologia. As produções científicas desses formandos inexistem. Suas monografias semelham-se aos trabalhos de alunos do Ensino Médio. Não sabem dialogar com a cultura de nosso tempo. Continuam presos aos guetos de sua teologia obscura, ultrafundamentalista, liberais, incapazes do diálogo dialético. Esses formandos em teologia (seja qual for o nível – Básico, Médio, Bacharelado –, seja qual for a instituição), não produzem um texto de qualidade, de exegese profunda, apenas reproduzem a mesma teologia pragmática, o mesmo didatismo: "5 aspectos da natureza dos anjos"; "3 atributos incomunicáveis da Divindade", etc. Se estiverem em uma instituição fundamentalista, reproduzem o fundamentalismo. Se estiverem em uma instituição liberal, reproduzem acriticamente o liberalismo teológico. Infelizmente, nenhum deles é desafiado a pensar o próprio sistema que o forma. São apenas orientados a criticar o sistema dos outros. Incapazes de entrar em diálogo com um autor de linha teológica divergente. A intolerância grassa dos dois lados. O liberal grita como uma criança mimada quando se discorda de sua desletralização das Escrituras. O fundamentalista chora como uma criança que deixou o último pirulito do pacote cair ao chão se questionado a respeito da inspiração verbal e plenária da Bíblia.
O sistema educacional teológico empregado pela maioria das denominações evangélicas não produz transformação e conhecimento teológico significativo e contemporâneo. É um sistema que reproduz uma cultura teológica e eclesiástica planejadas para manter o sistema educacional teológico e ministerial existentes. Claro que essa não é a intenção dos objetivos do currículo, ou das finalidades da educação teológica. As instituições de educação teológica não afirmam que reproduzem um modelo de educação com vistas à estratificação e a obediência cega e incondicional ao sistema que as fundam e as mantêm.
Os centros de (desin) formação teológica reproduzem uma “cultura cristã arbitrária”. E, por isso, os formandos desconhecem o vocabulário teológico – muitos são até ensinados a rejeitarem a linguagem teológica –, além de vários livros e autores serem rotulados negativamente sem ao menos serem lidos –Index Librorum Prohibitorum. Os gestores pensam que, assim fazendo, estarão impedindo o crescimento do liberalismo, do fundamentalismo, assim como a Igreja Católica pensava impedir o avanço do protestantismo.
A educação teológica arbitrária rep
roduz a linguagem, a teologia de gueto e os valores dominantes de classes e se recusa a refletir a respeito da práxis e missão da Igreja de Cristo no mundo. Essa teologia é incapaz de responder positivamente aos dilemas e desafios da igreja moderna e de compreender as indagações e agonias de nosso tempo. Na verdade, ela não quer; sua preocupação é outra. Menos intolerância acadêmica e mais alteridade e diálogo teológico!
roduz a linguagem, a teologia de gueto e os valores dominantes de classes e se recusa a refletir a respeito da práxis e missão da Igreja de Cristo no mundo. Essa teologia é incapaz de responder positivamente aos dilemas e desafios da igreja moderna e de compreender as indagações e agonias de nosso tempo. Na verdade, ela não quer; sua preocupação é outra. Menos intolerância acadêmica e mais alteridade e diálogo teológico!Não (!) ao cerceamento de bibliografias para a pesquisa nos centros de educação teológica. Em alguns seminários, para que um livro e uma bibliografia sejam lançados no limbo, no index, basta apenas que o nome do autor tenha mais consoantes do que vogais, ou o selo editorial não corresponda ao denominacional.
Muitos gestores, infelizmente, nem sabem que estão reproduzindo as iniquidades educacionais e ministeriais de seu tempo, de sua denominação, do mercado cristão. Assim, muitas faculdades de teologia são instrumentos denominacionais para a manutenção ideológica do modelo que ai está.
Muitos pretensos educandos que, na verdade, não se educam, estão apenas em busca de um documento que ratifique e oficialize suas práticas ministeriais já conhecidas. Estudam em instituições teológicas que ensinam contra a teologia da prosperidade e, mesmo assim, continuam pregando e ensinando a teologia da prosperidade, entre outros desvios doutrinários. São aprovados apesar de não terem frequentado a carga horária mínima exigida. Saem da faculdade de teologia sem o menor conhecimento das línguas originais, de exegese, hermenêutica, de teologia, entre outras. Ética e lisura, por exemplo, são vocábulos excluídos dos dicionários de muitos formandos. Solidariedade, sustentabilidade e justiça social resumen-se a "chá de senhoras", "coleta de donativos", entre outros paliativos que anestesiam a consciência. Respeito e fidelidade são mercadorias descartáveis na comercialização do poder. Centenas de bacharéis em teologia saem de nossas faculdades teológicas como entraram – muitos poucos escapam dessa lei inexorável. São mantidos acorrentados nas prisões das quais deveriam se libertados.
Precisamos mudar, mas para a melhor. É necessário repensar os propósitos da educação teológica. Esse modelo de ensino teológico só pode ser chamado deessencialista: a preocupação é apenas com o conteúdo a ser ensinado; o aluno é mero recipiente a ser preenchido. Essa concepção de educação teológica entende que o mundo se reduz a verdades essenciais que estão dentro do sistema epistemológico defendido e proposto. Portanto, não há conflitos e debates, pois as verdades estão no dogma, expresso por meio dos credos. Basta apenas conhecer o credo, manter-se nele e tudo o mais se resolverá. O mundo é simplificado. Sua complexidade e pluralidade são reduzidas a sentenças dogmáticas inquestionáveis. O aluno não é desafiado a mudar a realidade, as injustiças, a lutar pela liberdade cristã.
Todavia, os nossos centros de ed
ucação teológica precisam de um novo paradigma de educação teológica. Uma teologia de caráter mais cristã, existencialista e libertadora. Não digo existencialismo no modelo filosófico ateu, mas em seu modelo humano, pedagógico. Um paradigma que reconheça e defina sua visão de homem, de humanidade, de alteridade. Sistema educacional onde a missão do professor é orientar; ele é um arquiteto cognitivo, um engenheiro de teologias, orientador. Nesse modelo, o aluno é o sujeito de sua formação teológica, livre para escolher e orientar-se. O aprendente é orientado a apreender a dinâmica do mundo e construir ele mesmo a teologia para o seu tempo, contexto, realidade e comunidade. Ele não é prisioneiro da teologia, mas autônomo para pensá-la.O estudante de teologia deveria recusar-se a aceitar um modelo teológico que o aprisiona em vez de libertá-lo! Esse paradigma não deve ser elaborado no gabinete, na solitária, nos subterrâneos de nossas igrejas, mas em diálogo dialético-dialógico. Precisamos de um novo paradigma, de uma visão de educação teológica que não seja reducionista, antibíblica e estratificada.
Um paradigma que não proíba o pensar, e que não tenha medo de pensar a si mesmo!
Fonte:Esdras Costa Bentho
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"PEQUENAS FRASES GRANDES EFEITOS"
"Pois no mesmo fogo, o ouro dá brilho e a palha vira fumaça; debaixo da mesma debulhadora o talo é esmagado e o grão debulhado; a borra não é confundida com o óleo porque ambos saem do mesmo lagar. Assim, também, a onda de dificuldades testará, purificará e melhorará os bons, mas socará, esmagará e arrastará para longe os maus. Assim é que, sob o peso da mesma aflição, os ímpios negam e blasfemam de Deus, ao passo que os justos oram a ELE e o louvam. A diferença não está no que as pessoas sofrem, mas no modo que elas sofrem. A mesma sacudida que faz feder a água fedorenta faz o perfume exalar o mais agradável cheiro. (Uma das declarações mais eloquentes de Agostinho)