MEDITE NISSO
♥UM blog para ajudar a todos que querem viver o verdadeiro Evangelho em qualquer esfera da sua vida♥quarta-feira, 28 de março de 2012
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
E se Jesus fosse neopentecostal? Veja como seria!!

Se Jesus fosse neopentecostal, não venceria satanás pela palavra, mas teria o repreendido, o amarrado, mandado ajoelhar, dito que é derrotado, feito uma sessão de descarrego durante 7 terças-feiras, aí sim ele sairia. (Mt 4:1-11)
Se Jesus fosse neopentecostal, não teria feito simplesmente o “sermão da montanha”, mas teria realizado o Grande Congresso Galileu de Avivamento Fogo no Monte, cuja entrada seria apenas 250 Dracmas divididas em 4 vezes sem juros. (Mt 5:1-11)
Se Jesus fosse neopentecostal, jamais teria dito, no caso de alguém bater em uma de nossa face, para darmos a outra; Ele certamente teria mandado que pedíssemos fogo consumidor do céu sobre quem tivesse batido pois “ai daquele que tocar no ungido do senhor” (MT 5 :38-42)
Se Jesus fosse neopentecostal, não teria curado o servo do centurião de cafarnaum à distância, mas o mandaria levar o tal servo em uma de suas reuniões de milagres e lhe daria uma toalhinha ungida para colocar sobre o seu servo durante 7 semanas, aí sim, ele seria curado. (Mt 8: 5-13)
Se Jesus fosse neopentecostal, não teria multiplicado pães e peixes e distribuído de graça para o povo, de jeito nenhum!! Na verdade o pão ou o peixe seriam “adquiridos” através de uma pequena oferta de no mínimo 50 dracmas e quem comesse o tal pão ou peixe milagrosos seria curado de suas enfermidades. (Jo 6:1-15)
Se Jesus fosse neopentecostal, ele até teria expulsado os cambistas e os que vendiam pombas no templo, mas permaneceria com o comercio, desta vez sob sua gerência. (MT 21:12-13)
Se Jesus fosse neopentecostal, quando os fariseus o pedissem um sinal certamente ele imediatamente levantaria as mãos e de suas mãos sairiam vários arco-íris, um esplendor de fogo e glória se formaria em volta dele que flutuaria enquanto anjos cantarolavam: “divisa de fogo varão de guerra, ele desceu a terra, ele chegou pra guerrear”. E repetiria tal performance sempre que solicitado. (Mt 16:1-12)
Se Jesus fosse neopentecostal, nunca teria tido para carregarmos nossa cruz, perdermos nossa vida para ganhá-la, mas teria dito que nascemos para vencer e que fazemos parte da geração de conquistadores, e que todos somos predestinados para o sucesso. E no final gritaria: receeeeeeebaaaaaa! (Lc 9:23)
Se Jesus fosse neopentecostal, não teria curado a mulher encurvada imediatamente, mas teria a convidado para a Escola de Cura para o aprender os 7... veja bem, os 7 passos para receber a cura divina. (LC 13:10-17)
Se Jesus fosse neopentecostal, de forma alguma teria entrado em Jerusalém montado num jumento, mas teria entrado numa carruagem real toda trabalhada em pedras preciosas, com Poncio Pilatos, Herodes e a cantora Maria Madalena cantando hinos de vitória “liberando” a benção sobre Jerusalém. E o povo não o receberia declarando Hosana! Mas marchariam atrás da carruagem enquanto os apóstolos contaariam quantos milhões de pessoas estavam na primeira marcha pra Jesus. (MT 21:1-15)
Se Jesus fosse neopentecostal, ao curar o leproso (Mc 1:40-45), este não ficaria curado imediatamente, mas durante a semana enquanto ele continuasse crendo. Pois se parasse de crer.. aiaiaiaia
Se Jesus fosse neopentecostal, não teria expulsado o demônio do geraseno com tanta facilidade, Ele teria realizado um seminário de batalha espiritual para, a partir daí se iniciar o processo de libertação daquele jovem. (Mc 5:1-20)
Se Jesus fosse neopentecostal, o texto seria assim: “ Mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um pobre entrar no reio dos céus” (Mt 19:22-24)
Se Jesus fosse neopentecostal, não teria transformado água em vinho, mas em Guaraná Dolly. (Jo 2:1-12)
Se Jesus fosse neopentecostal, ele teria sim onde recostar sua cabeça e moraria no bairro onde estavam localizados os palácios mais chiques e teria um castelo de verão no Egito. (Mt 8:20)
Se Jesus fosse neopentecostal, Zaqueu não teria devolvido o que roubou, mas teria doado seu ao ministério. (Lc 19:1-10)
Se Jesus fosse neopentecostal, não pregaria nas sinagogas, mas na recém fundada Igreja de Cristo, e Judas ao traí-lo não se mataria, mas abriria a Igreja de Cristo Renovada.
Se Jesus fosse neopentecostal, não diria que no mundo teríamos aflições, mas diria que teríamos sucesso, honra, vitória, sucesso, riquezas, sucesso, prosperidade, honra.... (Jo 16:33)
Se Jesus fosse neopentecostal, ele seria amigo de Pôncio Pilatos, apoiaria Herodes e só falaria o que os fariseus quisessem ouvir.
Certamente, Se Jesus fosse neopentecostal, não sofreria tanto nem morreria por mim nem por você... Ele estaria preocupado com outras coisas. Ainda bem que não era.
Fonte: veShame gospel
Se Jesus fosse neopentecostal, não teria feito simplesmente o “sermão da montanha”, mas teria realizado o Grande Congresso Galileu de Avivamento Fogo no Monte, cuja entrada seria apenas 250 Dracmas divididas em 4 vezes sem juros. (Mt 5:1-11)
Se Jesus fosse neopentecostal, jamais teria dito, no caso de alguém bater em uma de nossa face, para darmos a outra; Ele certamente teria mandado que pedíssemos fogo consumidor do céu sobre quem tivesse batido pois “ai daquele que tocar no ungido do senhor” (MT 5 :38-42)
Se Jesus fosse neopentecostal, não teria curado o servo do centurião de cafarnaum à distância, mas o mandaria levar o tal servo em uma de suas reuniões de milagres e lhe daria uma toalhinha ungida para colocar sobre o seu servo durante 7 semanas, aí sim, ele seria curado. (Mt 8: 5-13)
Se Jesus fosse neopentecostal, não teria multiplicado pães e peixes e distribuído de graça para o povo, de jeito nenhum!! Na verdade o pão ou o peixe seriam “adquiridos” através de uma pequena oferta de no mínimo 50 dracmas e quem comesse o tal pão ou peixe milagrosos seria curado de suas enfermidades. (Jo 6:1-15)
Se Jesus fosse neopentecostal, ele até teria expulsado os cambistas e os que vendiam pombas no templo, mas permaneceria com o comercio, desta vez sob sua gerência. (MT 21:12-13)
Se Jesus fosse neopentecostal, quando os fariseus o pedissem um sinal certamente ele imediatamente levantaria as mãos e de suas mãos sairiam vários arco-íris, um esplendor de fogo e glória se formaria em volta dele que flutuaria enquanto anjos cantarolavam: “divisa de fogo varão de guerra, ele desceu a terra, ele chegou pra guerrear”. E repetiria tal performance sempre que solicitado. (Mt 16:1-12)
Se Jesus fosse neopentecostal, nunca teria tido para carregarmos nossa cruz, perdermos nossa vida para ganhá-la, mas teria dito que nascemos para vencer e que fazemos parte da geração de conquistadores, e que todos somos predestinados para o sucesso. E no final gritaria: receeeeeeebaaaaaa! (Lc 9:23)
Se Jesus fosse neopentecostal, não teria curado a mulher encurvada imediatamente, mas teria a convidado para a Escola de Cura para o aprender os 7... veja bem, os 7 passos para receber a cura divina. (LC 13:10-17)
Se Jesus fosse neopentecostal, de forma alguma teria entrado em Jerusalém montado num jumento, mas teria entrado numa carruagem real toda trabalhada em pedras preciosas, com Poncio Pilatos, Herodes e a cantora Maria Madalena cantando hinos de vitória “liberando” a benção sobre Jerusalém. E o povo não o receberia declarando Hosana! Mas marchariam atrás da carruagem enquanto os apóstolos contaariam quantos milhões de pessoas estavam na primeira marcha pra Jesus. (MT 21:1-15)
Se Jesus fosse neopentecostal, ao curar o leproso (Mc 1:40-45), este não ficaria curado imediatamente, mas durante a semana enquanto ele continuasse crendo. Pois se parasse de crer.. aiaiaiaia
Se Jesus fosse neopentecostal, não teria expulsado o demônio do geraseno com tanta facilidade, Ele teria realizado um seminário de batalha espiritual para, a partir daí se iniciar o processo de libertação daquele jovem. (Mc 5:1-20)
Se Jesus fosse neopentecostal, o texto seria assim: “ Mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um pobre entrar no reio dos céus” (Mt 19:22-24)
Se Jesus fosse neopentecostal, não teria transformado água em vinho, mas em Guaraná Dolly. (Jo 2:1-12)
Se Jesus fosse neopentecostal, ele teria sim onde recostar sua cabeça e moraria no bairro onde estavam localizados os palácios mais chiques e teria um castelo de verão no Egito. (Mt 8:20)
Se Jesus fosse neopentecostal, Zaqueu não teria devolvido o que roubou, mas teria doado seu ao ministério. (Lc 19:1-10)
Se Jesus fosse neopentecostal, não pregaria nas sinagogas, mas na recém fundada Igreja de Cristo, e Judas ao traí-lo não se mataria, mas abriria a Igreja de Cristo Renovada.
Se Jesus fosse neopentecostal, não diria que no mundo teríamos aflições, mas diria que teríamos sucesso, honra, vitória, sucesso, riquezas, sucesso, prosperidade, honra.... (Jo 16:33)
Se Jesus fosse neopentecostal, ele seria amigo de Pôncio Pilatos, apoiaria Herodes e só falaria o que os fariseus quisessem ouvir.
Certamente, Se Jesus fosse neopentecostal, não sofreria tanto nem morreria por mim nem por você... Ele estaria preocupado com outras coisas. Ainda bem que não era.
Fonte: veShame gospel
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
ESCOLA BÍBLICA - REVISTA E ATUALIZADA
Pontualmente, no mesmo local, um grupo se reunia para estudar a Bíblia, apesar de estar limitado pelo cabresto dogmático que impôs a si mesmo com o passar dos anos. Mas, a presença de um visitante inesperado trouxe grande surpresa e inquietação. Em seu discurso, o visitante apresentou uma interpretação nova e inconcebível aos seus ouvintes. Diante da argumentação contundente, e sem meios de respondê-la, não houve outra posição a tomar, a não ser a rejeição total acompanhada de perseguição.
Um segundo grupo recebeu o mesmo visitante, mas ao ouvir coisas tão conflitantes com o que acreditava até aquele momento, se dedicou a pesquisar e verificar a fundamentação bíblica dos argumentos apresentados. Ao findar a pesquisa, o grupo aceitou as afirmações do visitante.
Talvez pudéssemos registrar dessa forma as reações antagônicas dos judeus tessalonissenses e bereanos diante da releitura que Paulo fez do Antigo Testamento para apresentar Jesus como o Cristo, há muito esperado por eles. Exaltamos a atitude dos bereanos porque tomaram a decisão acertada, mas negligenciamos o processo em que isto aconteceu. Infelizmente não estamos oferecendo aos crentes de hoje os subsídios necessários para o mesmo aprofundamento na Palavra. Não oferecemos os instrumentos para que o crente tome decisões acertadas pautado na Palavra de Deus. Cabe a pergunta: Que tipo de ensino bíblico temos oferecido? Por que os membros de nossas igrejas não estão preparados para discernir as muitas doutrinas que chegam até eles? Podemos pensar em algumas possíveis respostas.
Supervalorização do Professor
Tem-se adotado um modelo tradicional de ensino colocando o professor no centro do processo ensino-aprendizagem.Aliás, o pensamento ainda dominante é: o professor ensina - o aluno aprende. Por isso direcionou-se todo o esforço pedagógico para transmitir conteúdo ao professor, que por sua vez deve transmiti-lo ao aluno. Paulo Freire denomina este processo de "Educação Bancária", pois se faz o depósito de conhecimento no outro. É interessante verificar este processo na descrição do papel do professor de adultos como intérprete da Palavra na visão de Norvel Welch:
· O professor da Escola Bíblica Dominical é um intérprete da Bíblia. Ele foi nomeado para este fim. Ele fica ao lado do seu aluno para dar as melhores explicações possíveis, para esclarecer palavras e frases difíceis, para desaconselhar conclusões precipitadas e para evitar interpretações espúrias, forçadas ou prejudiciais.
Afirmar que algumas pessoas podem interpretar a Bíblia e outras não, é voltar a Idade Média. As Sagradas Escrituras eram objeto de posse da Igreja e somente nela, por intermédio do clero, é que o povo podia ouvir seus ensinamentos. É bom lembrar que os batistas, assim com fez Lutero, defendem o livre exame das Escrituras.
Uma visão mais interativa do papel do professor , podemos encontrar em Lucien E. Coleman Jr. Para ele a função do professor é facilitar a aprendizagem, criar condições favoráveis para que ela aconteça. Além de interpretar a Bíblia, o professor tem a difícil tarefa de ajudar os alunos a interpretá-la.
· O que é mais fácil: ajudar alguém a compor sua própria interpretação da Bíblia ou simplesmente contar-lhe a sua? O que exige mais capacidade: "expor o assunto" de uma maneira pré-fabricada ou orientar os alunos à medida que eles descobrem a verdade por conta própria?
Mas, no dia-a-dia da Escola Bíblica em muitas regiões do Brasil, infelizmente, nem professor, nem aluno interpretam a Bíblia. Ambos reproduzem a interpretação feita pelo autor da revista utilizada, com total ausência de senso crítico.
Ensino Bíblico Para Reprodução
O resultado disto, depois de anos, é um ensino bíblico com ênfase na reprodução. Produzindo alunos passivos e dependentes, que não sabem "responder a razão de sua fé". Eles somente repetem o que seu professor ou pastor lhe transmitiu. Estão prontos para reproduzir os argumentos daqueles que mais o impressionaram, mesmo que sejam líderes de doutrinas divergentes. Quando os questionamentos externos, fogem dos parâmetros da revista, nossos alunos não sabem reagir.
Podemos imaginar que os tessalonicenses visitados por Paulo na sinagoga podiam reproduzir somente os ensinamentos de seus mestres. Não estavam preparados para uma confrontação com um ensinamento diferente. Sem conhecer e utilizar os princípios de interpretação bíblica, sem desenvolver o hábito de pesquisar em outras fontes além da revista, do professor ou do pastor, nosso povo está despreparado para enfrentar o misticismo deste final de século.
No entanto, segundo o autor do livro Programa de Educação Religiosa, "o objetivo da educação religiosa é a formação de uma consciência que oriente a conduta do cristão à luz da Palavra de Deus ..." A formação da consciência crítica para tomada de decisões acertadas, principalmente aquilo em que devemos crêr, vai acontecer mediante problematização, debate, reflexão. Precisamos criar um clima favorável a questionamentos por parte dos alunos, mas precisamos oferecer-lhes condições de usarem os princípios hermenêuticos em sua confrontação com a Bíblia . É indispensável conhecer os instrumentos básicos para interpretar a Bíblia e achar as possíveis respostas para os questionamentos feitos ou novas idéias que aparecem constantemente.
Separação entre Bíblia e Realidade
Por mais importante que a Bíblia seja para nós, não podemos ensiná-la fazendo um corte com a vida, com a realidade do aluno. Mais importante que o saber cognitivo da Bíblia, mais importante do que a memorização de capítulos inteiros, é entendermos a sua mensagem ontem e hoje. O que Deus está nos dizendo através de Sua Palavra? Informações sobre os fatos históricos são importantes para entendermos o contexto, mas se pararmos tão somente neste estágio, a Palavra não cumprirá o seu objetivo: conhecermos a vontade de Deus.
Outro aspecto a considerar é que a Palavra de Deus ensina a cada um de nós a lição que precisamos. Deus sabe exatamente aquilo que precisamos mudar em nossas vidas e nós também sabemos. Num processo de ensino-aprendizagem é o aluno quem deve descobrir como aplicar o texto bíblico estudado em sua vida. Normalmente, numa visão paternalista de ensino, o professor é quem dá a aplicação do texto pronta para o aluno no final da aula.
Estrutura Enferrujada
Uma estrutura educacional existe para facilitar o processo de ensino-aprendizagem. Porém na Escola Bíblica muitas vezes acontece o contrário: professor e aluno são oprimidos pela estrutura. Por isto optamos por analisar a estrutura com os olhos do professor e do aluno. Talvez possamos encontrar respostas para perguntas como: Por que é constante a busca por professores? Por que é baixa a freqüência e reduzido o número de matriculados?
O Professor
São muitas as exigências para o professor da EBD. Além de ensinar a Palavra, segundo Norvel Welch ele também deve ser exemplo em sua vida cristã; evangelizar colocando Cristo como Salvador em qualquer lição que ensinar; ser o líder da classe na visitação dos doentes e faltosos e ainda ser o amigo e conselheiro de todos os alunos. Quase que estamos descrevendo um super-crente. A realidade é outra. A vida do professor é agitada durante toda semana. Seu tempo tem que ser dividido com família, trabalho e muitas vezes estudo. É hora de perguntarmos que apoio o professor tem recebido para realizar seu trabalho? Se entendemos que ele é importante no processo, então temos que ajudá-lo. Abaixo você pode encontrar algumas sugestões.
Fatores Motivadores | Fatores Desmotivadores |
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| A ausência de espaço adequado e recursos didáticos. |
· Ser avaliado a cada trimestre pelos alunos e pela Escola, de forma que possa identificar os aspectos que demonstram seu progresso e/ou dificuldades. · Utilizar diferentes tipos de avaliação para identificar o desenvolvimento ou não da classe a cada trimestre. · Ter oportunidades para compartilhar vitórias e dificuldades com outros colegas em encontros informais, que favoreçam momentos devocionais e de lazer. · Receber da secretaria um relatório que demonstre a freqüência da classe com nomes e endereços de alunos faltosos, assíduos e visitantes. |
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O aluno
Para começar, a EBD é uma escola muito fácil de entrar e difícil de sair. O processo de matrícula acaba por baratear o ensino. Segundo o Manual da EBD, a pessoa pode se matricular em qualquer domingo do ano, depois de uma ou mais visitas a uma classe. Somente em caso de morte, transferência para outra igreja ou mudança de residência para outra cidade é que se admite que um nome seja retirado dos registros da secretaria.
Que esforço a pessoa deveria fazer se ele é um aluno permanente numa escola? Que motivação teria para ser assíduo se sabe que deve fazê-lo por toda a sua vida e não por um período? Na minha opinião, seria mais atraente oferecermos ao aluno propostas de cursos, com currículo e carga horária definida, em que ele percebesse o seu desenvolvimento ao vencer etapas. Atualmente, o aluno passa para uma outra etapa automaticamente quando vence o estágio de desenvolvimento físico e mental de sua faixa-etária. Mas, existem outros fatores desmotivadores e motivadores.
Fatores Motivadores | Fatores Desmotivadores |
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PASSOS PARA REVISÃO E CORREÇÃO
1. Avaliar: reunir a liderança da EBD para avaliar o momento atual e identificar o pontos fortes e fracos.
a. Entrevistar o pastor para identificar sua visão sobre EBD.
b. Desenvolver um formulário de pesquisa onde professor e aluno podem expressar suas opiniões sobre a administração da EBD, sua estrutura (horário, salas, abertura e encerramento, divisão em departamentos e classes por faixa-etária, etc), literatura, e também colher sugestões.
c. Com cuidado e sensibilidade, desenvolver um formulário para que o aluno avalie o trabalho do professor ao final do trimestre.
d. O aluno também deve ser avaliado pelo professor para verificar a aprendizagem do mês ou trimestre. (Deve-se evitar perguntas objetivas que provocam respostas que foram memorizadas.)
e.Incentivar a auto avaliação do aluno e do professor.
2. Planejar: Reunir o Conselho da EBD para que a partir das informações coletadas, identificar as necessidades, redefinir a estrutura a ser utilizada, estabelecer alvos, definir estratégias e o cronograma de execução. Se for necessário nomear uma comissão para estudar e sugerir o currículo, mas que seja receptiva a coletar sugestões de professores e alunos. O currículo deve ser flexível e com alternativas para alunos e professores.
3.Orientar: Cada pessoa que atua na EBD (diretor, professor, secretários, líderes de integração) precisa estar segura sobre as tarefas que terá que realizar. Muitas vezes é mais produtivo orientar individualmente e acompanhá-las em suas dificuldades.
a. Dar tarefas por escrito
b. Solicitar leituras de apoio, se necessário,
c. Ajudar na execução de tarefas de maior dificuldade,
d. Agendar datas para apresentação de tarefas
e. Elogiar o cumprimento das tarefas
Para a prover a formação de professores, algumas igrejas utilizam a Classe de Professores Permanente, algumas vezes antes do horário da EBD, outras vezes por revezamento de professor titular e auxiliar durante o horário da EBD. Depois de algum tempo esse sistema se torna cansativo e ineficaz. Quero sugerir a promoção de um curso para professores com um currículo elaborado a partir das necessidades identificadas na avaliação ou individualmente. O importante é que o curso tenha uma duração definida e não muito extensa (três meses), que tenha o assunto bem delimitado, que seja em horário adequado para a maioria dos professores. Ao final, o professor deve receber um certificado num momento especial, diante de toda igreja.
4. Promover:
a.Carta aos faltosos e membros da igreja que não são alunos, convidando para novos cursos, classes ou projetos que foram planejados.
b. Cartazes, faixas, mural da EBD, boletim da EBD, etc.
c. Anúncios em rádio (se possível e viável)
d. Promoção de eventos: Congresso da EBD, culto sob a direção da EBD com ênfase no Estudo Bíblico; Dia da Bíblia, Acampamentos, etc.
5. Avaliar:
Não haveria razão de escrever este artigo, caso os educadores e pastores, tivessem o hábito de avaliar permanentemente. Por melhor que seja o projeto a ser experimentado, deve ser avaliado.Alguns poucos educadores já descobriram esse caminho e estão promovendo mudanças significativas em seu sistema de ensino bíblico.
Vivemos um momento de transição muito importante. Queremos romper que a Escola Bíblica Tradicional, mas ainda não encontramos soluções para todos os problemas. Uma coisa é certa: não existe uma proposta modelo de EBD que atenda a todas as igrejas. Mais interessante do que isso, seria a existência de vários modelos de EBD, que nos servissem de motivação para elaborarmos uma proposta adequada para nossa realidade. Estamos nesta direção!
Fonte: Olga Maria R. N. Sant’Anna ebdonline.com.br
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
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"PEQUENAS FRASES GRANDES EFEITOS"
"Pois no mesmo fogo, o ouro dá brilho e a palha vira fumaça; debaixo da mesma debulhadora o talo é esmagado e o grão debulhado; a borra não é confundida com o óleo porque ambos saem do mesmo lagar. Assim, também, a onda de dificuldades testará, purificará e melhorará os bons, mas socará, esmagará e arrastará para longe os maus. Assim é que, sob o peso da mesma aflição, os ímpios negam e blasfemam de Deus, ao passo que os justos oram a ELE e o louvam. A diferença não está no que as pessoas sofrem, mas no modo que elas sofrem. A mesma sacudida que faz feder a água fedorenta faz o perfume exalar o mais agradável cheiro. (Uma das declarações mais eloquentes de Agostinho)