MEDITE NISSO

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Igreja que ama, educa!


John Stott escreveu um livro que deixaria muitos cristãos perplexos e estupefatos. Em “Crer é também pensar” Stott analisa a importância da mente na vida cristã e explica porque o uso da mente é tão importante para o cristão, e como se aplica em aspectos práticos de sua vida. Faz ainda um vigoroso apelo aos cristãos para mostrarem uma devoção inflamada pela verdade. 

Digo que muitos cristãos ficariam perplexos e estupefatos pois no inicio de seu trabalho Stott afirma que o “espírito de anti-intelectualismo é corrente em nosso dia, o que segundo ele, no mundo moderno multiplicaram-se os pragmatistas, para os quais a primeira pergunta acerca de qualquer idéia não é: “É verdade?”, mas sim: “Será que funciona?”. Com efeito, este mesmo espectro de anti-intelectualismo surge freqüentemente para perturbar a Igreja cristã. Fazendo descrer da importância tanto do ensino teológico sistematizado quanto da educação secular, aduzindo, portanto, que presenciamos a “miséria e a ameaça do cristianismo de mente vazia”. 

Na visão de Stott, o cristianismo de mente vazia é o resultado de igrejas que direcionaram suas ações somente para três áreas distintas: o ritual, em que uma cerimônia religiosa é um fim em si mesma; ação social, fazendo-a preocupar-se unicamente a assuntos ligados a fome e violência; ou, somente na experiência, em que se faz da experiência metafísica a única razão de ser cristão. 

Esse cenário é propício para o surgimento de cristãos inconscientes; os quais não compreendendo as verdades bíblicas e o cerne do pensamento cristão são desprovidos do caráter e da mente de Cristo; cristão desvirtuados e indiferentes para com a obra de Cristo, e, por fim, crentes resignados e igrejistas, cujo horizonte vai até onde termina o átrio da sua congregação. 

Gostaria sinceramente de contestar o ponto de vista de John Stott. Gostaria de escrever nesse espaço que ele está equivocado. Que as coisas não são bem da forma como ele disse. Que o cristianismo não está de “mente vazia”. Que não existe “espírito de anti-intelectualismo”. Que cristãos inconscientes, indiferentes e resignados são raros. E por, fim, gostaria de provar tudo isso, demonstrando que a Igreja investe tanto na educação bíblica quanto na secular. 

Mas não tem como. Não quero ser hipócrita. Não tenho argumentos para desbancar as idéias de Stott. Não tenho provas para refutá-lo. Não tenho testemunhas. Por isso, tenho que concordar com ele. Devo aceitar suas denúncias. 

Para comprovar que ele tem razão, basta observar que anualmente a igreja realiza quase uma dezena de festividades para os mais variados departamentos/setores. Nesse sentido, têm-se festas de jovens, adolescentes, crianças, circulo de oração, novos convertidos, encontros de casais, e aniversários diversos, nos quais são despendidos altas quantias de dinheiro para a oferta de preletores, cantores e demais despesas necessárias para o custeio de tais eventos. 

Em contrapartida, pouquíssimas vezes são realizados eventos relativo à educação cristã. Encontros que tenham como foco discutir assuntos atinente ao ensino. Congressos que busquem a capacitação de professores e o aperfeiçoamento daqueles que acabaram de adentrar ao ministério do ensino. Simpósios que abordem técnicas de ensino e métodos para a excelência da ministração. Em último caso, e, se sobrar tempo, o máximo que se faz é improvisar um reuniãozinha extraordinária após e escola dominical num domingo qualquer, cujos participantes não vêm a hora do amém. 

Ainda, tem-se o caso do investimento em construções de templos suntuosos, instalação de condicionadores de ar, cortinas, computadores, assentos, bem como outras aquisições; ao passo que pouco se investe em construção de salas de aula, aquisição de quadros, pincéis, materiais didáticos e outros correspondentes, afim de melhorar o ensino sistematizado da Bíblia Sagrada, eis que nesse caso, o investimento parece não ser conveniente. 

Verifica-se que poucos líderes já se conscientizaram acerca da importância do ensino na igreja. Por isso, o sistema de ensino religioso evangélico permanece na sua grande maioria com um estilo arcaico, medíocre e desorganizado, com poucos investimentos e ações com vistas a organizar o setor educacional. 

O cristianismo de mente vazia é resultado exatamente dessa falta de investimentos em educação cristã. Na inexistência de ações voltadas para a completa formação dos seguidores de Cristo. Na exata medida em que a Escola Dominical é jogada para escanteio e considerada somente como mais uma reunião extraordinária. Na mesma proporção em que o ensino sistematizado e permanente da Palavra de Deus, e o incentivo para o estudo secular é deixado de lado. 

Leve-se em consideração que a Igreja enquanto agência divina possui três funções básicas: Evangelização, adoração e ensino. Entre esses papeis não existe aquele que possua maior ou menor grau de importância, todos são fundamentais. Porém, o ensino é o sustentáculo dos demais. Evangelização sem ensino é o mesmo que jogar a semente sem, no entanto, regar com água. Adoração sem ensino é pura cantoria sem propósito. Em suma, cristianismo sem ensino é puro ritualismo. 

A educação cristã é de suma relevância para a formação do caráter cristão e para a afixação da consciência espiritual. A educação cristã promove o conhecimento de Deus e seu amor presente em Cristo. A educação cristã dá condições de preparo e desenvolvimento a seus membros para desempenharem o seu serviço do Reino. Portanto, o investimento no setor educacional da igreja é sobretudo investimento na formação do caráter cristão; é o empenho no sentido de formar discípulos conscientes acerca do seu papel no Reino de Deus, bem como da sua função no meio social. 

Baseado nisso... 

Se quisermos que os cristãos sejam conscientes e comprometidos com a principal finalidade do Reino de Deus, é melhor investirmos em educação. Se quisermos que os membros da igreja tenham pleno envolvimento acerca do seu papel em meio à sociedade secular, é melhor investirmos em educação. Se quisermos que a igreja saia dos casulos templários e cause o impacto do evangelho na sociedade, é melhor investirmos em educação. Se quisermos que a alienação espiritual de muitos crentes dê lugar à compreensão da salvação da alma, é melhor investirmos em educação. Se quisermos sermos vistos como sal da terra e luz do mundo, é melhor investirmos em educação. 

Por outro lado... 

Se quisermos que os cristãos sejam alienados, inconscientes, insossos, apagados, descomprometidos, sem propósitos, igrejistas, resignados, indiferentes e desvirtuados, é simples: Não invista em educação. Esqueça o ensino. Despreze a Escola Bíblica Dominical! 

É por essas e por outras que, parafraseando Içami Tiba, digo: Igreja que ama, educa! 

Valmir Nascimento M. Santos
Fonte: http://www.escoladominical.net

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Eles querem é a CPAD: Afirma José Wellington em entrevista a portal evangélico

É só clicar aqui
Eles querem é a CPAD: Afirma José Wellington em entrevista a portal evangélico

Por Quê Igrejas Presbiterianas pelo Mundo estão Aceitando Pastores Homossexuais?

Duas denominações presbiterianas acabam de decidir no plenário de suas Assembléias Gerais que homossexuais praticantes podem ser pastores nas igrejas delas.


A primeira foi a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos da América (PCUSA). Veja a notícia aqui:

Igreja Presbiteriana dos EUA permite ministros homossexuais

E ontem, foi a vez da Igreja Presbiteriana da Escócia. Veja a notícia aqui:

Church of Scotland votes on gay ministers

Estas resoluções foram tomadas depois de muitos anos de conflitos internos e discussões teológicas. E em ambas as igrejas, o voto passou com uma maioria apertada. Os pastores, presbíteros, diáconos e membros destas denominações que discordam da decisão, e que por muito tempo lutaram para que ela não fosse aprovada, enfrentam agora o dilema de saber qual é a coisa correta a fazer. Com certeza, muitos sairão para outras denominações ou para formar novas igrejas; outros, ainda, permanecerão na esperança de que um dia as coisas mudem.
A pergunta que não quer calar é como igrejas de origem reformada, que um dia aceitaram as confissões de fé históricas e adotaram os lemas da Reforma, especialmente o Sola Scriptura, chegaram a este ponto? Em minha opinião, o que está acontecendo hoje é o resultado lógico e final da conjunção de três fatores: a teologia liberal que foi aceita por estas igrejas, a conseqüente rejeição da autoridade infalível da Bíblia e a adoção dos rumos da sociedade moderna como norma.

O processo pelo qual estas denominações passaram, uma na Europa e outra nos Estados Unidos, é similar. As etapas vencidas são as mesmas. Primeiro, em algum momento de sua história, em meados dos séculos XIX, o método crítico de interpretação da Bíblia passou a ser o método dominante nos seminários e universidades teológicas destas denominações. Boa parte dos pastores formados nestas instituições saíram delas convencidos que a Bíblia contém erros de toda sorte e que reflete, em tudo, o vezo cultural de sua época. Para eles, os relatos bíblicos dos milagres são um reflexo da fé dos judeus e dos primeiros cristãos expresso em linguagem mitológica e lendária (veja aqui um post sobre liberalismo teológico).

Segundo, uma vez que a Bíblia não poderia ser mais considerada como o referencial absoluto em matérias de fé e prática, devido ao seu condicionamento às culturas orientais antigas e patriarcais, estas denominações aos poucos foram adotando as mudanças culturais e a direção da sociedade moderna como referência para suas práticas.

Terceiro, com a erosão da autoridade bíblica e o estabelecimento da cultura moderna como referencial, não tardou para que estas igrejas rejeitassem o ensinamento bíblico de que somente homens cristãos qualificados deveriam exercer a liderança nas igrejas e passaram a ordenar mulheres como pastoras e presbíteras. As passagens bíblicas que impõem restrições ao exercício da autoridade por parte da mulher nas igrejas foram consideradas como sendo a visão patriarcal dos autores bíblicos, e que não cabia mais na sociedade moderna (veja aqui uma matéria deste blog sobre ordenação feminina).

O passo seguinte foi usar o mesmo argumento quanto ao homossexualismo: as passagens bíblicas que tratam as relações homossexuais como desvio do padrão de Deus e, portanto, pecado, foram igualmente rejeitadas como sendo fruto do pensamento retrógrado, machista e preconceituoso dos autores da Bíblia, seguindo a tendência das culturas em que viviam. A igreja cristã moderna, de acordo com este pensamento, vive num novo tempo, onde o homossexualismo é comum e aceito pelas sociedades, inclusive com a aprovação do Estado para a união homossexual e benefícios decorrentes dela.

E o resultado não poderia ser outro. O único obstáculo para que uma igreja que se diz cristã aceite o homossexualismo como uma prática normal é o conceito de que a Bíblia é a Palavra de Deus, inerrante e infalível única regra de fé e prática para o povo de Deus. Uma vez que esta barreira foi derrubada - e a marreta usada para isto sempre é o método crítico e o liberalismo teológico - não há realmente mais limites que sejam defensáveis. Pois mesmo os argumentos não teológicos, como a não procriação em uniões homossexuais e a anormalidade anatômica e fisiológica da sodomia, acabam se mostrando ineficazes diante do relativismo da cultura moderna. E as igrejas que abandonaram a autoridade infalível da Palavra de Deus acabam capitulando aos argumentos culturais.

Nem todos os que adotam o método crítico são favoráveis ao homossexualismo. E nem todos liberais são a favor da homossexualidade. Mas espero que as decisões destas duas igrejas, que têm em comum a adoção deste método e a aceitação do liberalismo teológico, sirvam como reflexão para os que se sentem encantados com o apelo ao academicismo e intelectualismo da hermenêutica e da teologia liberais.

sábado, 14 de maio de 2011

CENTENÁRIO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL: MAIS UM TRISTE CAPÍTULO



 
QUE VERGONHA  QUE VERGONHA

Centenário paralelo, uma afronta a Belém
Numa abominável afronta a nossa cidadania civil e religiosa, certos pastores do Sul ameaçam vir montar celebração paralela ao Centenário.
O que a população e as autoridades de Belém fariam, caso tivéssemos na cidade um Círio paralelo? Se de repente alguns padres do Sul do País arrebanhassem meia dúzia de fiéis e, em plena quadra nazarena, viessem em caravanas à capital paraense organizar outro Círio? Um Círio clandestino e aviltante, que ignorasse as igrejas históricas e ultrajasse as autoridades católicas do Estado do Pará? Algo parecido está sendo cogitado em relação às celebrações do Centenário da Assembleia de Deus.
Já não é novidade para ninguém que a Assembleia de Deus nasceu entre nós. Que foi bem ali, na Siqueira Mendes, que alguns irmãos, reunidos no dia 18 de junho de 1911, organizaram-se sob o primitivo nome 'Missão da Fé Apostólica'.
Acontece que, tendo essa igreja crescido de modo fenomenal, e alcançado a partir de Belém todos os cantos da Nação, cresceu também o poder político na ala de suas lideranças. Surgiram alguns caciques, organizados em certas convenções de duvidoso teor cristão. E agora, numa abominável afronta à nossa cidadania civil e religiosa, certos pastores do Sul ameaçam vir em junho para montar uma celebração paralela ao Centenário. Prometem vir à terra da Assembleia de Deus zombar de seus prédios históricos, de seu Museu Nacional, das famílias que descendem direto dos pioneiros e da liderança de nossa igreja. Não obstante a Constituição nos garanta o direito de ir e vir, o que esses homens pretendem fazer é um ato repugnável e de péssimo testemunho para o Evangelho.
Obviamente, você já deve estar querendo saber o porquê desse ato tresloucado. E eu já lhe explico.
Ainda em 1930, a Assembleia de Deus, até esse tempo liderada pelos missionários estrangeiros, viu nascer uma instituição nacional. Viu nascer uma convenção de pastores brasileiros que se diziam deslocados perante a liderança natural dos missionários fundadores. Em Natal, onde se reuniram, eles pleiteavam liberdade. Porém, antes de abrirem a boca para gritar por esse poder, a alma altruísta dos missionários lhes repassou tudo: todas as igrejas estabelecidas, todos os crentes, todo o patrimônio. E, tendo deixado os nacionais com a faca e o queijo na mão, rumaram para terras descobertas do evangelho pentecostal, no Sul do País.
E foi ali, no Sul do País, depois da morte desses corajosos missionários, que o poder eclesiástico da Assembleia de Deus estendeu seus tentáculos. Aproveitando toda a criação intelectual e espiritual de Belém, esses líderes do Sul montaram editoras e formaram impérios. A partir da humilde tipografia instalada na Travessa Nove de Janeiro, esses burocratas do poder publicaram livros, jornais e revistas de escola bíblica dominical. Estas revistas, por exemplo, criadas em Belém em 1919, têm hoje uma tiragem de quase três milhões de exemplares por trimestre, sem que assista à igreja belenense um único centavo de royalties.
Enquanto isso, Belém, por seu papel de igreja-mãe, conservou-se ao longo do tempo como referência única de Assembleia de Deus, com lideranças importantes e lugar de visitação contínua, nacional e internacional. E isso incomoda, pois, você há de concordar, a vaidade humana não se satisfaz facilmente. A trilogia do diabo é sexo, poder e dinheiro. Se o primeiro é proibido às escâncaras na igreja, e o último não constitui problema para alguns, poder é a ponta do tridente que nunca para de crescer. A iniciativa de vir a Belém do Pará realizar um Centenário paralelo evidencia a fome pelo poder. Precisam dessa vitrine para exibir Brasil afora.
FONTE: O LIBERAL E PASTOR ALTAIR GERMANO

quinta-feira, 12 de maio de 2011

ESCOLA DOMINICAL CONVENCIONAL x A NOVA ESCOLA DOMINICAL

Instituições e pessoas que não se adequam às novas realidades, acabam ficando obsoletas e ultrapassadas. Isto não é diferente em se tratando de Escola Dominical. Contextualizar-se sem secularizar-se é fator vital para uma organização de ensino que espera continuar relevante em pleno século XXI. Dois tipos de Escolas Dominicais co-existem atualmente: A Escola Dominical convencional e a Nova Escola Dominical.




Observemos as principais diferenças entre esses dois tipos de escolas:

- ED CONVENCIONAL: O Dirigente/Superintendente decide só. Prevalece o autoritarismo.
- A NOVA ED: As decisões são feitas em conjunto com membros da liderança, corpo docente e discente.

- ED CONVENCIONAL: Só funciona aos Domingos pela manhã.
- A NOVA ED: Ajusta-se às peculiaridades de cada região e localidade.

- ED CONVENCIONAL: Não se admite outro espaço para funcionamento, a não ser o templo.
- A NOVA ED: Admite outras possibilidades de espaços físicos (escolas, associações, etc.) mais adequados.

- ED CONVENCIONAL: Se conforma com dirigentes e professores ultrapassados, descontextualizados e fossilizados.
- A NOVA ED: Investe e incentiva a formação inicial e continuada da liderança e dos professores.

- ED CONVENCIONAL: Os professores são os donos da verdade e detentores do conhecimento.
- A NOVA ED: Professores e alunos participam na busca pela verdade e na construção do conhecimento.

- ED CONVENCIONAL: Os alunos aprendem em silêncio.
- A NOVA ED: Os alunos participam ativamente das aulas.

- ED CONVENCIONAL: A tradição e os costumes estão acima da Bíblia.
- A NOVA ED: A Bíblia é a palavra final acerca de tradição e costumes.

- ED CONVENCIONAL: É mera reprodutora de doutrinas, conhecimentos, saberes e informações.
- A NOVA ED: Adota e promove uma atitute crítico-reflexiva sobre doutrinas, conhecimentos, saberes e informações.

- ED CONVENCIONAL: O relacionamento entre professor e aluno é formal.
- A NOVA ED: A amizade e a afetivadade na relação entre professor e aluno é valorizada.

- ED CONVENCIONAL: Preocupa-se apenas com a vida dos alunos em sala de aula.
- A NOVA ED: Procura conhecer e preocupa-se com a realidade familiar, social, etc. de seus alunos.

- ED CONVENCIONAL: Trata as crianças como pequenos adultos.
- A NOVA ED: As características de cada faixa etária infantil são conhecidas e respeitadas pelos professores.

- ED CONVENCIONAL: Exige dos alunos sem considerar as suas diferenças pessoais.
- A NOVA ED: Respeita plenamente as diferenças de assimilação de conteúdos entre os alunos.

- ED CONVENCIONAL: As aulas e demais atividades pedagógicas são improvisadas.
- A NOVA ED: Todas atividades são devidamente planejadas.

- ED CONVENCIONAL: Utiliza de forma demasiada e cansativa o método de ensino expositivo.
- A NOVA ED: Os professores diversificam os métodos de ensino e dinamizam as aulas.

- ED CONVENCIONAL: Negligencia a utilização dos recursos didáticos.
- A NOVA ED: Valoriza e incentiva a utilização dos recursos didáticos.

- ED CONVENCIONAL: Enfatiza a quantidade de saberes adquiridos pelos alunos.
- A NOVA ED: O progresso integral do alunos é enfatizado (saber, ser, fazer, relacionar-se)

- ED CONVENCIONAL: Ignora as Novas Tecnologias de Informação (NTI)
- A NOVA ED: Promove um maior contato de dirigentes, professores e alunos com as NTI (estimulam o acesso e a criação de sites, blogs, orkut, MSN , etc) sempre buscando enriquecer o processo ensino-aprendizagem.

- ED CONVENCIONAL: Coloca toda responsabilidade do processo ensino-aprendizagem no Espírito Santo.
- A NOVA ED: Entende que o Espírito Santo é um ajudador no processo ensino-aprendizagem.

- ED CONVENCIONAL: Está com os dias contados.
- A NOVA ED: Encontra-se em pleno crescimento.

Qual o perfil da Escola Dominical que você dirige, ensina ou estuda? É do tipo "convencional", ou está adequada às demandas e desafios dos novos tempos?


Pr. Altair Germano

"PEQUENAS FRASES GRANDES EFEITOS"

"Pois no mesmo fogo, o ouro dá brilho e a palha vira fumaça; debaixo da mesma debulhadora o talo é esmagado e o grão debulhado; a borra não é confundida com o óleo porque ambos saem do mesmo lagar. Assim, também, a onda de dificuldades testará, purificará e melhorará os bons, mas socará, esmagará e arrastará para longe os maus. Assim é que, sob o peso da mesma aflição, os ímpios negam e blasfemam de Deus, ao passo que os justos oram a ELE e o louvam. A diferença não está no que as pessoas sofrem, mas no modo que elas sofrem. A mesma sacudida que faz feder a água fedorenta faz o perfume exalar o mais agradável cheiro. (Uma das declarações mais eloquentes de Agostinho)

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